A História secreta da cidade de Brasília

Há 3.350 anos a cidade de Akhetaton foi construída há cerda 1.350 anos antes de Cristo
o centro geogréfico do antigo Egito por ordem do príncipe Akhetaton ás margens do rio nilo para ser sede político religiosa do país
Brasília foi fundade mais de 3.000 anos depois está também localizada no centro geográfico do Brasil por ordem do presidente Juscelino Kubitshek nas margens de um lago artifical para ser sed epolítico administrativa do país
As história se repetem

Por que existem tantas semelhanças entre a cidade de Akhenaton e a cidade de Brasília capital federal do Estado brasileiro

Separadas no tempo por mais de 3.000 anos
Carta de Lúcio Costa encaminhada em 1957 à comissão julgadora encarregada de escolehr o projeto para Brasília
Lúcio Costa parecia querer mostrar que a cidade tinha uma missão a cumprir

Carta de Lúcio Costa:

“Não pretendia competir , na verdade não concorro apenas me desvencio de uma solução possível
que não foi procurada por min mas surgiu por assim dizer já pronta”
curioso é como o arquiteto Rocha concebeu o prédio da Cebe então Comphania enérgitica de Brasília
Analisemos as coincidências

o eixo rodoviário na posição norte-sul e o eixo monumental na postura leste-oeste

seu traçado sugere a forma de um enorme pássaro

a cidade de Akhetaton no antigo Egito foi traçado à semelhança de um grande pássaro
De acordo com o seu criador tinha avenidas largas e espaços entre suas construções para que o deus-sol estivesse presente em sua cidade

A pirâmede de Sakara no antigo Egito é uma pirâmede escalonada destinada a guarda da energia cósmica e controle da energia vital

a pirâmede escalonada da Cebe supervisiona o sistema de energia elétrica da cidade
o triângulo é a forma geométrica mais explorada na arquitetura do Egito antigo

em função do seu poder de captação de energia
Hoje 5 mil anos depois a arquitetura brasiliense possui no triângulo sua forma mais explorada

os triângulos de vértices opostos catedral centro de convenções as colunas do palácio da alvora o centro de convenções o supremo tribunal federal o executico e o legislativo o judiciário estão localizados no ângulos do trinângulo equilátero da praça dos três poderes

no eixo monumental existe um triângulo formado

os templos no antigo egito eram feitos subterrâneos e as estátuas eram colocadas a entrada
o mesmo acontece na catedral de brasília
na entrada se encontra as estátuas dos 4 evangelistas a semlhança do antigo Egito um túnel leva a galeria principal da catedral

os ciradores da cidade Brasília podem não ter tido a intenção mais a cidae de Brasília pode ser vista do ponto do antigo Egito e da cabalah hebraica

a rodoviária de brasília tem a forma de um H deitado na cabala o homem
este H deitado se repete em 3 planos o inferior o médio e o no plano superior assim como 3 são os planos psíquicos o indi o ego e o super ego

e as torres do congresso nacional desenham um H em pé o homem imortal

o h do congresso nacional situa-se emntre duas conxas cujos pólos que apontam para direções opsotas são captadores de enrgeia de cima e em baixo
as 2 conxas se forem colocadas uma sobre a outro formam um a esfera o equilíbrio

a Hermida de Fília era cercada por água que os egípcios chamvam de lago sagrado

como monumento marcante da existe Dom Bosco forma piramidal bem patente junto ao lago Paranoá situada precisamente na altura dos pararelos 15 a 20 graus como predissera Dom Bosco

o antigo Egito era o próprio mundo unido se construiu o primeiro lago artificial do mundo o Lago de Moeris
Em Brasília foi feito o Lago Paranoá para refrescar a cidade devido ao clima de deserto

No Egito a pirâmede de Quéops 2 milhões de blocos de pedra

Em Brasília tem o Teatro NACIONAL com suas formas piramidais

Brasília tem 2 elemntos básicos que se cruzam

Akhetaton, a nova capital do Egipto

No ano 6, Akhenaton decide abandonar Tebas para fundar uma nova cidade dedicada a Aton. Ao contrário de outros deuses, Aton não tinha ainda um local de culto próprio e Akhenaton decide-se por criar um. O local escolhido situa-se entre Mênfis e Tebas, na margem direita do Nilo e recebeu o nome de Akhetaton (“o horizonte de Aton”); actualmente as ruínas deste local são conhecidas como Amarna, o nome da aldeia egípcia próxima.

Os terrenos em redor da cidade eram favoráveis à prática agrícola e a criação, assegurando o abastecimento dos seus futuros habitantes. A cidade foi construída em quatro anos. Parte da população que se fixou na nova capital seria oriunda de Tebas, sendo composta pelos agricultores, militares, escribas e artífices que acompanharam o rei no seu projecto. Julga-se que Akhetaton teve uma população de cerca de vinte mil habitantes. O urbanismo da cidade caracterizava-se pela simplicidade, com grandes avenidas.

No centro da cidade encontrava-se o grande templo de Aton, que tinha cerca de oitocentos metros de comprimento e trezentos metros de largura. A sua arquitectura era completamente diferente de outros templos da XVIII Dinastia: não tinham salas escuras, onde se realizava o culto, mas vários pátios ao ar livre que levavam ao altar do deus. Sendo dedicado a uma divindade solar, não fazia sentido a escuridão das salas; uma estrutura ao ar livre permitia a presença dos raios de Aton.

O palácio real tinha cerca de oitocentos metros, erguendo-se ao longo do eixo principal da cidade,e anexo a ele o faraó possuía um templo particular para suas meditações e orações,que era chamado ‘o castelo de Aton’. Ali eram realizados os rituais privados do rei para fazer levantar o Sol da justiça de todas as manhãs. Era uma cerimônia em que o faraó procurava manter a mente limpa e em paz no novo dia que nascia. Só através da influência benéfica dos planos superiores ele poderia julgar e decidir o rumo do Egito com sabedoria e justiça. À norte deste palácio encontrou-se aquilo que seria uma espécie de jardim zoológico. Os altos funcionários possuíam grandes quintas, com os seus jardins.

Uma avenida cortava a cidade de norte a sul. Essa grande avenida tinha mais de trinta e oito metros de largura; talvez tenha sido a maior rua do mundo antigo. O objetivo daquela extensa largura era promover desfiles de carruagens da família real e ser um grande largo para as festividades populares ao deus Aton. A cidade completa, incluindo suas demais ruas internas, dispersava-se para todos os lados em vinte e sete quilômetros, abrangendo os subúrbios de ambas as extremidades. Ali foram construídos templos e moradias para a classe média, composta de arquitetos artesãos e escribas. Além do bairro norte, construiu-se uma aldeia para obrigar os trabalhadores mais modestos, que trabalhavam as pedras e fabricavam os tijolos de barro para as construções.

Akhenaton teve seis filhas com Nefertiti. Com uma rainha secundária, chamada Kia, Akhenaton teve um menino chamado Tutankhaton (a imagem viva de Aton) que se tornou príncipe herdeiro do trono do Egito.

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